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quinta-feira, 8 de março de 2012

HOMENAGEM ÀS MULHERES EM SEU DIA


Sim, há flor.
Mais a flor.
Mulher no meio da estrada...
Sem saber porquê: pétala e perfume, espinho e gineceu.
A terra: germinante,
Semente e ventre.
Mulher sangrando terra.
Vida que pulsa: princípio receptivo.
Princípio doador -> dona de todos os bens, centro unificador de toda pulsão vital: germinante, germinatriz.
Benditas sejam vós e os frutos dos vossos ventres:
Todos nós, os vivos.
A vida que se exala, perfume puro de flor áspera.
A vida: substantivo-substância feminina -> a vida, a flor, a terra.

sábado, 28 de agosto de 2010

NOTAS BFR X CEARÁ, E PRÉVIA BFR X INTER

De novo, diante de outra retranca, o BOTAFOGO não se saiu tão bem assim, é o eterno problema da falta do centro-avante de referência na área: todos estão muito longe do gol, além disso os zagueiros jogam com mais liberdade.
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Mas o maior defeito do Botafogo nos últimos dois jogos em que fez apenas 1 gol e que com isso perdeu o posto de melhor ataque do BR-10, é justamente o não apoio dos alas. O time melhorou muito com a entrada de Caio na ala direita, dando alguns dribles secos e cruzando boas bolas para a área que não tinha ninguém. Esta mexida de Caio no lugar de Alessandro tem dado certo porque foi treinada durante a pausa da COPA-10, e está sendo testada e têm dado muito certo, primeiramente com a saída do Fahel e o deslocamento do 2 para a linha de zaga, agora com a saída do próprio “presidente” do elenco.
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O problema desta mudança é o leve deslocamento de Somália para a direita, para suprir os buracos defensivos que o ponta de ofício Caio deixa em suas costas. No entanto, o “pretinho do General” rende muito melhor no meio, atuando quase como os antigos “pontas-de-lança”, saindo do meio e chegando ao ataque. Mas até aí tudo bem, afinal com Alessandro em campo ele tem que cair para a direita para suprir as deficiências ofensivas do lateral botafoguense.
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Marcelo Cordeiro também está num mau momento, aparecendo menos no ataque do que na defesa. Também as deficiências ofensivas por este lado são supridas quando, no segundo tempo, entra o Edno de ponta-esquerda.
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Assim, sem os laterais, o Botafogo que atacava com 5 homens: o trio da frente (Jobson, Mago e Herrera), Somália chegando de trás e o apoio de um dos laterais; passa a atacar só com 4, e todos pelo meio, permitindo uma efetiva marcação no sistema de ataque, pois nestes três últimos jogos, os técnicos botaram um volante em jobson e outro em Maicosuel, a fim de pará-los. Além de, muitas vezes, o ataque ser reduzido apenas ao trio ofensivo, quando Somália não apoia ao ataque. Por isso, o ataque do Botafogo produziu tão pouco ultimamente, afinal, em dois jogos fez apenas 1 gol – o outro foi de um zagueiro –.
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Por isso acredito que o Botafogo deva jogar com 3 atacantes, a minha preferência seria a dupla Mercosul do estadual mais o possesso Jobson, mas pelo mau momento do argentino Herrera, e pelo sistema tático já treinado e testado, talvez a melhor opção seja o jovem Caio pela direita, fazendo a ala completa, da meia à linha de fundo.
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Para quem não se lembra, o BFR jogou assim em 2009, na arrancado, junto com Jobson e Jefferson, para fugirmos do rebaixamento. Ao lado destes dois, um jogador foi muito importante, o zagueiro Diego (6), atuando como lateral esquerdo, mas na verdade, formando um trio de zaga forte, com Wellington (4) pela direita e Juninho (3) pelo centro. No meio um par de volantes (Fahel, 11; e Leandro Guerreiro, 5) e um par de meias (Lúcio Flávio, 10; e Renato, 8), na frente um par de atacantes (Jobson 9; e mais um, normalmente André Lima, 19; mas também apareciam o Reinaldo, 7; e o Victor Simões, 18). Em tese um 4-2-2-2, que na prática variava de 4-2-3-1, pois o Renato jogava mais como terceiro atacante pela esquerda, voltando mais para compor o meio campo (o que quase nunca fazia), que se transformava em um 3-3-3-1, já que Diego só subir ao ataque pela esquerda em raríssimas vezes, sempre fazendo um bom trabalho:
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---------4--------3--------------6-
2----------11-----------5---------
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-------9-----------19--------------
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Joel poderia armar o mesmo 3-3-3-1, com Herrera fazendo o 1 de referência ou o atacante pela direita. Minha preferência, PELO MOMENTO, são, respectivamente, Abreu e o Caio, que pode atuar taticamente como este meia do 4-2-2-2 que avançava pela direita e voltava para fechar o meio. Com só um lateral de ofício (desta vez o esquerdo), um trio de zagueiros, com Somália como volante pela direita, Marcelo Mattos pelo centro, Jobson caindo pela esquerda, centralizando, como fazia pela direita ano passado:
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---------10-------8---------------6
--18--------------7----------------
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Joel, contra o fortíssimo Inter de Porto Alegre, Joel tem 2 problemas gravíssimos: Marcelo Cordeiro e Marcelo Mattos não atuarão, o primeiro por força contratual (é jogador do Inter emprestado ao BFR), o segundo por força legal (3 cartões amarelos, que ele levou em 5 jogos, Joel tem que olhar isso, é muito cartão para pouco jogo). O que eu faria? Túlio Souza como volante e Edno no lugar da ala esquerda, para fazer, desde o início do jogo, o que faz só no 2º tempo das partidas. Joel? Com certeza mandará Fahel e Renato à campo, e deslocará o Somália para a direita. Eu rezarei pelo meu time...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

INTERNACIONAL, DONO DA RUBRAMÉRICA

Na raça, na vontade, na técnica, O Internacional de Porto alegre é campeão da América. Por um motivo ou outro, sinto o título da Libertadores mais importante do que o Mundial de clubes, o que não é, assim como me parece mais festejado o título da Liga dos Campeões. Assim, me seria injusto ver este maravilhoso time do Inter não ser campeão americano e sê-lo do mundial, como foi o alvinegro paulista. Talvbez seja assim, porque por muitas décadas, o título mundial era um jogo entre o campeão sulamericano contra o campeão europeu, lá no Japão - e todo mundo dizia, menos a FIFA, que o vitorioso era o melhor do mundo, e com toda a justiça, afinal, hoje, nos Emirados Árabes, não mais no Japão, em que o mundial tornou-se um torneio dos campeões das confederações, as finais são sempre entre o sulamericano e o europeu -.
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O que faltou a este Inter, na noite de ontem? Tranquilidade para cozinhar o jogo no primeiro tempo. Um time que se dá ao luxo de ter Sóbis no comando, D'Alessandro na direita, Taison na esquerda, e um trio de volantes como Guiñazu-Sandro-Tinga, e um lateral esquerdo - que há muito deveria estar na seleção brasileira - do naipe de Kléber, pode muito bem se dar ao luxo de tocar a bola de um lado para o outro sem ser incomodado. Não foi o que se viu, o que houve foi um primeiro tempo de chutões para o comando, o que facilitou o serviço do Chivas, tecnicamente inferior, aguerrido, brigador e faltoso - como mando o manual de final de libertadores da América!- E, para sorte do Inter, Fabian (8) fez um gol para o time de Guadalajara, no finalzinho do primeiro tempo, assim como assistiu ao gol de Bautista (7) na semana anterior, lá no México.
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Muita sorte do Inter, mas muita sorte mesmo! Porque agora precisava atacar, atacar e atacar, pois teria que refazer o empate, não há gol qualificado na finalíssima, caso contrário, o Inter, mesmo perdendo de 1, ainda assim seria campeão pois fizera 2 na casa do inimigo. Precisando atacar, o time ficou incrivelmente tranquilo e foi pra cima, do jeito que sabe, mostrando porque é um dos melhores times do Brasil e com talvez o melhor elenco. Até que Kléber - sempre ele, o melhor em campo - assistiu Sóbis, que com as travas da chuteira, antes da chegada do goleiro mexicano, empurra, levemente para dentro das redes. Poderia ter sido o gol do título, assim como em 2006, mas não foi. Sóbis voltou, seu primeiro gol foi numa final da Libertadores, deixando sua marca em duas finalíssimas.
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Não foi o gol do título porque Sóbis machucou o ombro no momento do gol. Na precisão de sair, entrou um menino que nem me lembro de ter sido relacionado anteriormente para qualquer partida da Libertadores: Damião. Em uma das sua primeiras jogadas, pega a bola no seu campo, arranca, ninguém chega nele, na linha da grande área chuta muito forte, em cima do goleiro, a bola bate no braço do arqueiro e sai quicando devagar para as redes. Este sim, o gol do título, o primeiro gol deste garoto na competição, salvo engano, os seus únicos momentos da Libertadores da América, e que momentos!!!!
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Daí, Tinga precisou sair porque tivera a cabeça aberta numa disputa de bola na área. Entrou o iluminado, o santificado, o escolhido pelo divino para este copa Libertadores, um rapaz que não só libertou o grito de "É CAMPEÃO" dos peitos colorados, como libertou o Inter de várias enrascadas - contra o São Paulo, em Porto Alegre, contra o chivas no México, contra o Estudiantes - fazendo gols decisivos. Por algum motivo de justiça comecei a torcer pelo gol deste rapaz, seria a sua coroação, e a coroação deste time: um garoto da base, que sai do banco e resolve com gols decisivos - mal comparando com as importâncias dos gols e dos títulos, como Caio no RJ-10! -. Seu nome: Giuliano, seu número: 11. Assim como o outro rapaz da base, Damião (22), uma de sua primeiras participações foi uma pintura, gol belíssimo: parou de frente a dois zagueiros (2,4), passou por eles, e antes da chegada do volante (5) e do goleiro, dá um totozinho e encobre os dois na sua cavadinha, quase como um Loco Abreu no pênalti!!! Merecidamente correu para a sua torcida, para que pudesse gritar-lhe o nome e ser imortalizado por ela, ele, ali, mais Inter do que todos, mas tão Inter quanto todos os inters naquele maravilhoso Centenário lotado, lotado-lotado!
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Pouco importa, se no fim do jogo, Bautista acerta um pertado no travessão numa cobrança de falta, e Reynoso completa para as redes, teria o gol do Damião para compensar, teria o gol de Giuliano para abrir vantagem.
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O Inter foi campeão porque não se contentou com a regra, ser campeão com ela sobre os braços, sendo ele mesmo, o Inter, o mais beneficiado com o gol qualificado. Foi campeão, porque, quando Sóbis garantiu o título foi para cima para garanti-lo mais ainda, e fez margem e pôde descansar com a torcida. Saldo final: Inter 5 x Chivas 3. Além de 5 gols de jogadas aéreas: todos os 3 do primeiro jogo, e os dois primeiro deste, mostrando a importância deste fundamento em jogos decisivos, e, em principalmente, ter homens cruzadores de bola como Kléber em campo.
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Parabéns, Sport Club Internacional de Porto Alegre, a América é sua.
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TÁTICA: no primeiro tempo o Chivas veio no 4-2-3-1, usando o bom atacante Bofo Bautista de enganche; já o Inter veio de 4-3-2-1, com Tinga livre para chegar bem na frente, o 16 colorado virava, no segundo tempo, praticamente um homem de área, ao lado de Sóbis.
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No segundo tempo, com a vantagem do placar, o técnico mexicano cometeu o mesmíssimo erro de Guadalajara, segurou o lateral direito, liberou o esquerdo, colocou o atacante mais de área na ala direita, e montou o time no 3-4-1-2. O Inter só fez mudanças pontuais, por contusões, acabou permanecendo no 4-2-3-1, com Giuliano - mais iluminado do que nunca - no lugar de Tinga; porém as mudanças pontuais deram muito certo, foram os garotos da base que entraram e mataram o jogo!
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ANIMAÇÃO: GOL DE GIULIANO


. IMAGENS E ANIMAÇÕES: TATICAL PAD

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

FINAL LIBERTADORES INTER X CHIVAS: ANTES

Eu aposto no Internacional de Porto Alegre ponto final
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Por quê? Porque o Inter é mais time, D'Alessandro é mais talentoso, Guiñazu é mais raçudo, a defesa - tirante o goleiro - é mais inteira, Alecsandro faz gol se tiver chance, Kléber apoia muito pela esquerda, Taison, Tinga, Sandro estão no fino da bola.
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Por quê? Porque o Inter é mais elenco: Sóbis - fora de ritmo - ainda é Sóbis, decidiu para o Inter da última vez, com dois gols no Morumbi, e pode jogar de ponta ou de centro-avante; Giuliano está iluminado, no último jogo, como titular, foi mal, reclamei da permanência dele em campo, chamei Roth de "pessoa-não-inteligente", e ele pode ter feito o 1º gol do título!.
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Uma coleção de jogadores que podem decidir na frente e garantir atrás, ou vice-versa: o gol da virada, lá no México foi obra de dois zagueiros: os ótimos e constantes Bolívar e Índio. Se o lateral direito e o goleiro destoam do resto do time, jogando abaixo do esperado, a equipe compensa em experiência, garra e, sobretudo, vontade - mormente deste Celso Roth que está a um passe de deixar de ser um Roth e se tornar o Roth!!!
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O time tem defeitos? É claro que tem! O goleirão entregou o ouro duas vezes seguidas, em jogadas aéreas, contra o São Paulo no Morumbi, e contra o Chivas, em Guadalajara! Mas, acima de tudo, tem qualidades, e muitas, e todas superiores ao boníssimo time mexicano - que não é melhor que o São Paulo, se organizado taticamente; que o Cruzeiro; e, principalmente, que o Estudiantes!-.
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Roth deve montar o time no seu 4-3-2-1, com 3 volantes, tendo Tinga saindo mais para o jogo, D'Alessandro aberto como ponta-direita e Taison pelo outro lado, e Alecsandro no comando.


A segunda alternativa é a troca de Tinga por Giuliano, como ocorreu na última partida, o time entraria assim no 4-2-3-1. Giuliano pode jogar pelo meio e deixar D'Alessandro aberto - como montado por Roth -, ou com Giuliano aberto e D'Alessandro criando mais centralizado - minha preferência, pois acelera o ataque, e permite melhor movimentação do 10 argentino.



A terceira alternativa é a entrada de Rafael Sóbis, ou no lugar de Alecsandro ou numa ponta, de preferência no lugar de Taison, ou no lugar de Tinga, deslocando D'Alessandro para o meio.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

RÁPIDAS NOTAS DO JOGO INTER X SÃO PAULO

Por que o Internacional de Porto Alegre venceu? Porque agiu com inteligência de jogar com o regulamento, sabendo que não se ganha ou se perde em casa ou fora, mas jogando 180 minutos de futebol - ao contrário da maioria, acredito que tem mais vantagem jogar em casa primeiro, pois joga a responsabilidade do resultado para o adversário em seu próprio terreno, e muitos times não aguentam a pressão!-
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Por que o Internacional de Porto Alegre venceu? Porque teve técnica para arrancar 1 gol da retranca “gomética” do São Paulo da semana passada, defender bem e arrancar mais 1 gol salvador hoje!
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Porque teve RAÇA para segurar, com 1 homem a menos, e levando bolas sempre pelo setor vazio (o direito), desarmando sempre “na limpa” no momento em que os meias são paulinos insistiam em fazer o último passe quase sempre ao lado da pequena área.
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Venceu quem e porque mereceu: venceu quem foi mais time, quem foi mais inteligente, quem foi mais maduro e valente, quem atacou mais e se defendeu melhor.
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O São Paulo não teve forças – ou coragem – de buscar o resultado ou o gol qualificado lá em Porto Alegre.
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O Inter, por sua vez, teve gana de FAZER a classificação sem se entregar, nem ficar o tempo todo atrás – o que só ocorreu efetivamente após a expulsão (JUSTÍSSIMA, diga-se de passagem, apesar de MUITO BURRA!) do Tinga -.
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Alguns vivem reclamando do gol qualificado, mas é ele que impede que times que joguem fora retrancados - como o São Paulo - sejam campeões sobre times que buscaram o resultado nos dois jogos - como o Inter -. O empate nesta semifinal - o resultado final foi 2x2 - premiou aquele que brigou longe de seus domínios.
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Ricardo Gomes mexeu tarde, com medo de perder retranca, Roth deu valentia e brio à sua equipe. Ao contrário do que muitos venham a falar, não acredito que o São Paulo perdeu a classificação no jogo no Rio Grande, ele perdeu porque levou um gol em sua freguesia, enquanto não teve HOMBRIDADE de buscar, lutar, tentar fazer o gol longe, é o time que só faz gol debaixo da asa dos seu torcedores.
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Venceu o Inter de Porto Alegre, porque assumiu o manto do vencedor, não do resultado!
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Abraços!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MEUS ESQUEMAS TÁTICOS E VARIAÇÕES PARA O BOTAFOGO

ESCALAÇÃO TÁTICA NORMAL:
1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA, 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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4-(2-3)-1: Com apenas 1 homem fixo de área, atacando no 4-3-3, com os dois pontas recuando para congestionar e fechar os espaços do meio de campo, cobrindo e marcando os laterais. Maicosuel pode tanto trocar de posição com Herrera na ponta-esquerda, puxando o argentino para o centro, desestabilizando os sistemas de marcação dos adversários, ou avançando com a bola, para fazer a tabela com o Loco ABreu que faz ótimo pivô.

Minha única dúvida seria, na ausência de um lateral direito de ofício, Túlio Souza ou Somália naquela posição. Somália já jogou e foi (muito) bem neste setor, e Túlio Souza teve a sua melhor temporada (2007) pelo Curitiba jogando por ali. Inclusive Joel já testou a formação com Túlio souza na lateral direita e Somália de 2º volante, jogando os dois no time reserva. Porém, só foram testados em jogo de verdade como alas, fica difícil saber como se sairiam num esquema com só 2 zagueiros.

Eu gosto de líberos, Leandro Guerreiro faria o líbero no meu time, cobrindo os avanços de Marcelo Cordeiro pela esquerda, que teria mais liberdade de apoiar o ataque do que o seu companheiro de lateral direita. Pela direita o apoio seria feito mais com a aproximação do 2º volante (Túlio ou Somália).

A linha de 3 meia-atacantes, com Jobson-Mago-Herrera é, possivelmente, a MELHOR DO BRASIL, quem sabe pode ser superior até à linha de Robinho-Ganso-Neymar, principalmente com a iminente saída do 7 santista (só para citar, o do Inter me agrada deveras: Sóbis-D'Alessandro-Taison).

O último homem de frente é o nosso grande diferencial, sem a velocidade de um André, ou o chute mais forte de Washington, ou o giro rápido de Fred e Kléber, Loco Abreu possui uma capacidade aérea fenomenal, além de ótimo tempo de bola e boa finalização. Com esse tempo de bola e capacidade aérea, chegou perto da artilharia do carioca-10, aplicando, inclusive 2 hat-tricks (um apenas com a cabeça e outro com os pés); além de algumas assistências. Muito parecido com o Klose, da Alemanha: é o cara que realmente assusta, não tem um futebol vistoso ou bonito, mas é necessário que se fique sempre um jogador em sua cola, abrindo buracos na grande área para a entrada dos companheiros de ataque mais rápidos que vêm de trás.

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ESCALAÇÃO TÁTICA CONTRA UMA DEFESA BAIXA:
1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA, 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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3-4-3: Aproveitando-se do fato de uma defesa mais baixa, e sabendo que a melhor arma do BOTAFOGO, não só, mas principalmente, por causa do Abreu, é a jogada áerea. Nesta situação, eu não trocaria os jogadores, só a arrumação deles no campo.

Primeiro seria o recúo de Leandro Guerreiro para a linha de defensores, para dar mais liberdade ao lateral direito. Depois seria fixar a posição do 2º volante, uma outra possibilidade seria a mudança para um volante de maior poder de marcação: Marcelo Matos. Por fim, a centralização de Herrera, transformando o Mago em um ponta-esquerda. Herrera teria que voltar mais para o meio, buscando a bola e trazendo-a dominada.

o defeito deste esquema é a demasiada postura pelos flancos, diminuindo as jogadas pelo meio, deixando o time muito à mercê da jogada áerea. Justamente como jogamos hoje.

A grande mudança em relação ao que Joel já faz no time atualmente (no 2º tempo), além das óbvias mudanças nos nomes dos jogadores, é a intercambiedade dos esquemas táticos. Com uma única ordem do técnico, o time volta imediatamente ao 4-3-3, Herrera voltaria à ponta-esquerda, o 2º volante volta a apoiar, o lateral direito volta a ficar mais fixo, e Maicosuel volta para o meio. O esquema original é mais "equilibrado" e mais "ofensivo", pois permite mais possibilidades de ataque do que a bola alçada na área.

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ESCALAÇÃO TÁTICA CONTRA DEFESA LENTA:
1. JEFFERSON; 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 15. MARCELO MATOS, 9. CAIO; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU (11. EDNO), 17. HERRERA

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4-(3-2)-1: Contra uma defesa mais lenta, trocaria o lateral direito por Caio (9) e o segundo volante por um volante de maior poder defensivo (Marcelo Matos, 15). Recuando Leandro Guerreiro para a linha de zaga. Caio jogaria como um meia-ala pela direita, indo e voltando.

Desta forma a defesa adversária ficaria à mercê de quatro velocistas (Mago, Caio, Jobson e Herrera), com a possibilidade da troca de Loco Abreu por Edno, assim Herrera ficaria mais centralizado, e o Edno jogaria bem aberto pela esquerda. O time ficaria muitíssimo veloz, mas verificar-se-ia o maior defeito do time nas rodadas próximas à copa do mundo: a ausência de homem referência de área, e de um finalizador nato, e o esquetre alvinegro ficaria novamente criando muitas situações de gol, mas falhando no momento "H" - quando não se precisa tanto de qualidade técnica, mas de "instinto de matador".


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ESCALAÇÃO TÁTICA PERDENDO O JOGO:
1. JEFFERSON; 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 16. RENATO, 9. CAIO; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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3-5-2: Perdendo o jogo, no momento de desespero, bota-se o time todo para frente: Recuava Leandro Guerreiro para a linha de zaga, liberava Marcelo Cordeiro para jogar de ala, trocava o ala-direito por Caio. O jogador mais defensivo do meio-campo do time seria o meia-armador Renato.

Centralizando-se Herrera, recuando um pouco Jobson, para vir de trás com a bola pela direita, assim como o Mago pela esquerda.


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ESCALAÇÃO TÁTICA COM -1:

1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA?, 3. DANNY MORAES?, 4. FÁBIO FERREIRA?, 5. LEANDRO GUERREIRO?, 6. MARCELO CORDEIRO?; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA, 10. JOBSON; 13. LOCO ABREU

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4-(2-2)-1: Se a perda do jogador for da dum homem de frente, ajeita-se o time só no reposicionamento dos atletas, no máximo recompondo o devido setor, deixando o Loco Abreu isolado na frente, para segurar a bola e fazer o pivô.

Se a perda for da de um homem de trás (o que é mais comum de acontecer), teria que sacrificar um dos atacantes, e o escolhido seria, infelizmente, Herrera, que na minha humilde opinião é o menos decisivo dos 4 homens de frente (Mago, Jobson, Loco e Herrera).
ESCALAÇÃO TÁTICA NORMAL:
1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA, 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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4-(2-3)-1: Com apenas 1 homem fixo de área, atacando no 4-3-3, com os dois pontas recuando para congestionar e fechar os espaços do meio de campo, cobrindo e marcando os laterais. Maicosuel pode tanto trocar de posição com Herrera na ponta-esquerda, puxando o argentino para o centro, desestabilizando os sistemas de marcação dos adversários, ou avançando com a bola, para fazer a tabela com o Loco ABreu que faz ótimo pivô.

Minha única dúvida seria, na ausência de um lateral direito de ofício, Túlio Souza ou Somália naquela posição. Somália já jogou e foi (muito) bem neste setor, e Túlio Souza teve a sua melhor temporada (2007) pelo Curitiba jogando por ali. Inclusive Joel já testou a formação com Túlio souza na lateral direita e Somália de 2º volante, jogando os dois no time reserva. Porém, só foram testados em jogo de verdade como alas, fica difícil saber como se sairiam num esquema com só 2 zagueiros.

Eu gosto de líberos, Leandro Guerreiro faria o líbero no meu time, cobrindo os avanços de Marcelo Cordeiro pela esquerda, que teria mais liberdade de apoiar o ataque do que o seu companheiro de lateral direita. Pela direita o apoio seria feito mais com a aproximação do 2º volante (Túlio ou Somália).

A linha de 3 meia-atacantes, com Jobson-Mago-Herrera é, possivelmente, a MELHOR DO BRASIL, quem sabe pode ser superior até à linha de Robinho-Ganso-Neymar, principalmente com a iminente saída do 7 santista (só para citar, o do Inter me agrada deveras: Sóbis-D'Alessandro-Taison).

O último homem de frente é o nosso grande diferencial, sem a velocidade de um André, ou o chute mais forte de Washington, ou o giro rápido de Fred e Kléber, Loco Abreu possui uma capacidade aérea fenomenal, além de ótimo tempo de bola e boa finalização. Com esse tempo de bola e capacidade aérea, chegou perto da artilharia do carioca-10, aplicando, inclusive 2 hat-tricks (um apenas com a cabeça e outro com os pés); além de algumas assistências. Muito parecido com o Klose, da Alemanha: é o cara que realmente assusta, não tem um futebol vistoso ou bonito, mas é necessário que se fique sempre um jogador em sua cola, abrindo buracos na grande área para a entrada dos companheiros de ataque mais rápidos que vêm de trás.

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ESCALAÇÃO TÁTICA CONTRA UMA DEFESA BAIXA:
1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA, 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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3-4-3: Aproveitando-se do fato de uma defesa mais baixa, e sabendo que a melhor arma do BOTAFOGO, não só, mas principalmente, por causa do Abreu, é a jogada áerea. Nesta situação, eu não trocaria os jogadores, só a arrumação deles no campo.

Primeiro seria o recúo de Leandro Guerreiro para a linha de defensores, para dar mais liberdade ao lateral direito. Depois seria fixar a posição do 2º volante, uma outra possibilidade seria a mudança para um volante de maior poder de marcação: Marcelo Matos. Por fim, a centralização de Herrera, transformando o Mago em um ponta-esquerda. Herrera teria que voltar mais para o meio, buscando a bola e trazendo-a dominada.

o defeito deste esquema é a demasiada postura pelos flancos, diminuindo as jogadas pelo meio, deixando o time muito à mercê da jogada áerea. Justamente como jogamos hoje.

A grande mudança em relação ao que Joel já faz no time atualmente (no 2º tempo), além das óbvias mudanças nos nomes dos jogadores, é a intercambiedade dos esquemas táticos. Com uma única ordem do técnico, o time volta imediatamente ao 4-3-3, Herrera voltaria à ponta-esquerda, o 2º volante volta a apoiar, o lateral direito volta a ficar mais fixo, e Maicosuel volta para o meio. O esquema original é mais "equilibrado" e mais "ofensivo", pois permite mais possibilidades de ataque do que a bola alçada na área.

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ESCALAÇÃO TÁTICA CONTRA DEFESA LENTA:
1. JEFFERSON; 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 15. MARCELO MATOS, 9. CAIO; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU (11. EDNO), 17. HERRERA

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4-(3-2)-1: Contra uma defesa mais lenta, trocaria o lateral direito por Caio (9) e o segundo volante por um volante de maior poder defensivo (Marcelo Matos, 15). Recuando Leandro Guerreiro para a linha de zaga. Caio jogaria como um meia-ala pela direita, indo e voltando.

Desta forma a defesa adversária ficaria à mercê de quatro velocistas (Mago, Caio, Jobson e Herrera), com a possibilidade da troca de Loco Abreu por Edno, assim Herrera ficaria mais centralizado, e o Edno jogaria bem aberto pela esquerda. O time ficaria muitíssimo veloz, mas verificar-se-ia o maior defeito do time nas rodadas próximas à copa do mundo: a ausência de homem referência de área, e de um finalizador nato, e o esquetre alvinegro ficaria novamente criando muitas situações de gol, mas falhando no momento "H" - quando não se precisa tanto de qualidade técnica, mas de "instinto de matador".


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ESCALAÇÃO TÁTICA PERDENDO O JOGO:
1. JEFFERSON; 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 16. RENATO, 9. CAIO; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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3-5-2: Perdendo o jogo, no momento de desespero, bota-se o time todo para frente: Recuava Leandro Guerreiro para a linha de zaga, liberava Marcelo Cordeiro para jogar de ala, trocava o ala-direito por Caio. O jogador mais defensivo do meio-campo do time seria o meia-armador Renato.

Centralizando-se Herrera, recuando um pouco Jobson, para vir de trás com a bola pela direita, assim como o Mago pela esquerda.


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ESCALAÇÃO TÁTICA COM -1:

1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA?, 3. DANNY MORAES?, 4. FÁBIO FERREIRA?, 5. LEANDRO GUERREIRO?, 6. MARCELO CORDEIRO?; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA, 10. JOBSON; 13. LOCO ABREU

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4-(2-2)-1: Se a perda do jogador for da dum homem de frente, ajeita-se o time só no reposicionamento dos atletas, no máximo recompondo o devido setor, deixando o Loco Abreu isolado na frente, para segurar a bola e fazer o pivô.

Se a perda for da de um homem de trás (o que é mais comum de acontecer), teria que sacrificar um dos atacantes, e o escolhido seria, infelizmente, Herrera, que na minha humilde opinião é o menos decisivo dos 4 homens de frente (Mago, Jobson, Loco e Herrera).

quarta-feira, 28 de julho de 2010

NOTAS DOS JOGOS 28-07-2010

Escalações por PVC:
Inter:28. Renan, 15. Nei, 2. Bolívar, 3. Índio, 6. Kléber; 8. Sandro, 5. Guiñazú, 17. Andrezinho, 10. D'Alessandro; 7. Taison, 9. Alecsandro


SãoPaulo:1. Rogério, 3. Alex, 20. Richarlyson, 5. Miranda;2. Jean,10. Hernanes, 8.R.Souto, 6.JrCésar; 16. Marlos; 25.Dagoberto,15. Fernandão


São Paulo joga 4-3-2-1. richarlyson é o primeiro volante, Rodrigo Souto volante à direita marcando Andrezinho, Hernanes pela esquerda.



[SÃO PAULO]
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[2]--------------------------------[6]
------------------[20]----------------
------------[8]-----------------------
---------------------[10]-------------
[16]------------------------------[25]
------------------[15]----------------


(INTERNACIONAL)
-----------------(28)-----------------
----------(15)---------(3)------------
(2)--------------------------------(6)
----------------------(5)-------------
-------------(8)----------------------
---------(17)-------------------------
------------------------(10)----------
---------(7)-------(9)----------------



[SÃO PAULO] X (INTERNACIONAL)
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-----------(7)[3]---(9)---[5]---------
[4]--------------------------------[3]
---------(8)------[5](10)-------------
---------(7)[8]-----------------------
----------------------(5)[10]---------
(2)[16]-------------------------[11](6)
-----------(3)----[15]----(4)----------
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não vi o jogo, só o gol, mas a entrada de Giuliano (11) foi providencial!

Como no jogo em Santos, os homens que saíram do banco resolveram e provaram, cada vez mais, que um time tem que ter, pelo menos, 15 titulares!

Sobre o Gol;
1. QUE PASSE DO D'ALESSANDRO;
2. FOI FALTA;
3. QUE GIRO LINDO, MÉRITO TOTAL DO ATACANTE, BOLA NO CANTINHO, CENI NEM SE MEXEU!

Normalmente, principalmente o torcedor, tende a culpar a má cobertura do zagueiro, tudo bem, estava colado no atacante, mas o giro é perfeito, Giuliano quase não toca na bola, gira só com o corpo, PERFEITO, no contrapé do goleiro, PERFEITO [²]!!

Escalações por PVC:
Vitória:1. Lee, 2. Rafael, 3. Wallace, 4. Anderson Martins 6. Egídio; 5. Vânderson, 7. Neto, 8. Fernando 10. Ramon; 11. Elkesson 9. Schwenck


Santos:1. Rafael, 4. Pará, 2. Bruno Aguiar, 6. Durval, 3. Alex Sandro; 5. Arouca, 8. Wesley, 10. Ganso; 7. Robinho, 9. André e 11. Neymar.


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[SANTOS]
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[4]--------------------------------[3]
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------------[8]-----------------------
---------------------[10]-------------
[7]-------------------------------[11]
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(VITÓRIA)
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-----------(3)---------(4)------------
(2)--------------------------------(6)
----------------------(5)-------------
-------------(7)----------------------
---------(8)--------------------------
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---------(7)-------(9)----------------


[SANTOS] x (VITÓRIA)
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-----------(7)[2]---(9)-----[6]-------
[4]--------------------------------[3]
---------(8)------[5](10)-------------
---------(7)[8]-----------------------
----------------------(5)[10]---------
(2)[7]-------------------------[11](6)
-----------(3)----[9]----(4)----------
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campo curto facilita troca de passes, bom pro Santos.

Que cruzamento do Pará!!!! E o Neymar abusa! Lembrou o gol de Messi na final do campeonato mundial de clubes!!!!

jogão do Pará!! Arouca jogando muito.

ROBINHO às vezes me lembra jogador de showball. o 7 está tão fominha nos seus últimos jogos pelo time da vila, que não pode ter uma chance que chuta à quilômetros de distãncia!!!!

o santos já não encanta mais, Neymar totalmente sumido. O Santos perde um gol, sem goleiro sem nada, a cada 5min. O Santos do início do ano já teria feito pelo menos 4 gols.

o maior erro do vitória, querer jogar como o santos, exagerando no drible, o Santos tem que ser envolvido em toques rápidos, não muito curtos, para não deixar os jogadores do Santos fazer pressão em cima de quem tem a posse da bola.

e QUE Partidaça fez o goleiro do vitória, pegou até pênalti, afinal o Neymar tentou IMITAR, IMITAR, IMITAR, o LOCO ABREU, mas não dá! Lee não teve culpa no 2º gol, JEFFERSON pegaria?, acho que sim, mas há um desnível entre os dois goleiros. Era defensável, mas não houve erro ou culpa do goleiro, que saiu, na verdade, com méritos, e MUITOS: pegou muito, salvou pelo menos 2 gols certos e mais o pênalti supra-citado.

agora o que é técnico com estrela? Todos na torcida pediam a saída do Neymar, mas ele tirou o Ganso e botou o Marquinhos. Eu também teria tirado o robinho, mas o 11 também. Marquinhos fez o 2º gol e o erro da troca ficou mascarado, talvez o Dorival Jr. tenha tentado não queimar o Neymar, pois se o menino tivesse saído ali, logo depois de fazer a idiotice de imitar o LOCO ABREU, teria levado uma vaia fenomenal!

o vITÓRIA me decepcionou, ESPERO QUE JOGUE ASSIM CONTRA O BOTAFOGO NO DOMINGO!