quinta-feira, 5 de agosto de 2010

RÁPIDAS NOTAS DO JOGO INTER X SÃO PAULO

Por que o Internacional de Porto Alegre venceu? Porque agiu com inteligência de jogar com o regulamento, sabendo que não se ganha ou se perde em casa ou fora, mas jogando 180 minutos de futebol - ao contrário da maioria, acredito que tem mais vantagem jogar em casa primeiro, pois joga a responsabilidade do resultado para o adversário em seu próprio terreno, e muitos times não aguentam a pressão!-
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Por que o Internacional de Porto Alegre venceu? Porque teve técnica para arrancar 1 gol da retranca “gomética” do São Paulo da semana passada, defender bem e arrancar mais 1 gol salvador hoje!
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Porque teve RAÇA para segurar, com 1 homem a menos, e levando bolas sempre pelo setor vazio (o direito), desarmando sempre “na limpa” no momento em que os meias são paulinos insistiam em fazer o último passe quase sempre ao lado da pequena área.
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Venceu quem e porque mereceu: venceu quem foi mais time, quem foi mais inteligente, quem foi mais maduro e valente, quem atacou mais e se defendeu melhor.
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O São Paulo não teve forças – ou coragem – de buscar o resultado ou o gol qualificado lá em Porto Alegre.
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O Inter, por sua vez, teve gana de FAZER a classificação sem se entregar, nem ficar o tempo todo atrás – o que só ocorreu efetivamente após a expulsão (JUSTÍSSIMA, diga-se de passagem, apesar de MUITO BURRA!) do Tinga -.
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Alguns vivem reclamando do gol qualificado, mas é ele que impede que times que joguem fora retrancados - como o São Paulo - sejam campeões sobre times que buscaram o resultado nos dois jogos - como o Inter -. O empate nesta semifinal - o resultado final foi 2x2 - premiou aquele que brigou longe de seus domínios.
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Ricardo Gomes mexeu tarde, com medo de perder retranca, Roth deu valentia e brio à sua equipe. Ao contrário do que muitos venham a falar, não acredito que o São Paulo perdeu a classificação no jogo no Rio Grande, ele perdeu porque levou um gol em sua freguesia, enquanto não teve HOMBRIDADE de buscar, lutar, tentar fazer o gol longe, é o time que só faz gol debaixo da asa dos seu torcedores.
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Venceu o Inter de Porto Alegre, porque assumiu o manto do vencedor, não do resultado!
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Abraços!

1º DEBATE BAND!!!!

1. Plínio foi o melhor em sua proposta, veio de metralhadora e não deixou saldo de vivos ou feridos, todos foram metralhados, inclusive ele também! Tinha toda a razão de se sentir injustiçado, era o "café-com-leite" da turma, ninguém dava muita bola não. Com proposta e plataforma coerentes, deve sair do 0 e ser o "candidato do contra" a la Eneias Carneiro, só que "diamentralmente oposto" - para me manter em sua fala - da extrema direita do finado médico/candidato à extrema esquerda.

2. Marina Silva veio como jogadora de volei de praia, suas perguntas eram passes para que o concorrente levantasse a bola para ela que finalizava!!!! A que veio, aparentemente mais preparada. Minha impressão é que elaborou mini-discursos de 1 minuto cada, e, de acordo com cada um dos debatedores, ela formulava a pergunta previamente calculada para poder fazer o seu discursozinho pronto, resultado, não escorregou nenhuma vez no tomate enquanto ela tinha a iniciativa, e como "ninguém" mirou nela (o Plínio não conta, pois 1. Plínio mirou em todo mundo; 2. Plínio estava meio que sobrando ali! ninguém se importava muito com ele, falavam com o senhorzinho meio com que indignação pela presença!), saíu meio que incólume, capaz de ganhar mais uns pontinhos de pesquisa, mas como não passa de 10%, acho difícil que ela e o Plínio forcem um segundo turno.
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3. A minha dúvida: separar ou não separar a Dilma e o Serra em dois tópicos diferentes, eram tão iguais... Se a Marina foi uma jogadora de volei de praia, onde quem faz o passe, obrigatoriamente recebe o levantamento da bola, entre os dois polarizadores da campanha parecia jogo de volei de quadra à beira do set point, todo mundo levantava na bola de segurança e ninguém sacava forçado, por medo de ceder o ponto ao adversário!
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4. Dilma realmente sentiu o peso de NUNCA ter concorrido, gaguejava, olhava para o adversário ao invés da câmara (ei, moça, é pra nós, os telespectadores/eleitores que a senhora estar a falar!!!), e era praticamente a única que precisava ser cortada pelo mediador - ou ter os microfones desligados para ser calada!!! Quase vergonhoso -; além de ter ido buscar um dado em papéis de assessores DOIS BLOCOS DEPOIS DA PERGUNTA - questão sobre a APAE (ei, moça, os dados têm que estar na cachola ou deixa pra lá!). Todavia, era, em termos programáticos a mais fundamentada, pois era a única que podia falar em continuidade sem parecer "entortada" ideologicamente! Taticamente: "EU SOU O LULA+4".
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5. Serra sempre foi e sempre será a máquina, o rolo compressor com sorriso de nosferatu em filme noir/expressionista!!!!!! Voltou com o velho discurso: "Não se governa olhando o retrovisor, mas olhando para frente!" O que acho disso: 1. Aprendi, ainda meninote, que "aquele que esquece a História está fadado a repeti-la!" 2. Parece desculpa para não trazer a discussão temas que não lhe agrade, pois quando lhe é pertinente relembra rapidamente do "plano real" (alguém tem que avisar ao PSDB que o real é do ITAMAR, do ITAMAR, do ITAMAR), a "lei de responsabilidade fiscal", dos "bolsas-que-precederam-o-bolsa-família", dos "genéricos", dos "multirões da saúde", do "programa de combate a AIDS", etc. etc. etc. Ora, Serra, se vossa senhoria não olha o retrovisor, deveria deixar para trás TUDO ISSO, e o senhor não teria nada a mostrar para o público. Então o Serra continua sendo o demagogo dos demagogos, o retrovisor dele só focaliza a mão, não o punho!!!! Faça-me o favor. Programaticamante, como todos os outros, não apresentou nada, é a continuidade da continuidade, isto é, em seu discurso, TUDO DE BOM que o Lula fez foi continuidade FHC, TUDO DE RUIM é do Lula mesmo, assim ele seria a continuidade do que é bom, i.e. FHC, sem continuar o ruim, leia-se PT! De frente às câmeras foi sempre, e será sempre, o mais seguro: macaco rodado de eleições e debates, eu já esperava uma surra cênica, o que realmente ocorreu, como o bom e grande demagogo que é. Serra foi um rolo compressor com sorriso vampírico, misturando o retrovisor focal dele, com a capacidade de ser a continuidade que NÃO É CONTINUIDADE, conseguiu manipular soberbamente a câmera!
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6. Boechat: MEU DEUS, O QUE FOI AQUILO?!!! Braços cruzados, mão no queixo, completo descompromisso e atitude desleixada, estava ali para não levar "falta" e ter o dinheirinho diminiuído no fim do mês: foi hilário, pior, foi ridículo! Me diverti com ele: estava nem aí, não se importou com o aqui, tampouco foi pra lá! Mitre, como chefe e como o mais interessado - e sempre empolgado com - nos debates, deveria ter feito e capitaniado a mesa redonda! E em falar nisso, que mesa redonda nada: PÉSSIMO DEBATE, cada vez pior, mais preguiçoso, mais fraco. Mitre fez a apologia do debate: "24 confrontos diretos". Não, não foram, sr. Fernando, foram 24 confrontos semi-indiretos. Não teve área temática para que houvesse demonstração de propostas concretas, não teve olho no olho, como: este bloco Marina questiona Plínio e Serra a Dilma e vice-versa, próximo bloco Marina pega o Serra e o Plínio a Dilma (tudo no bom sentido e no maior respeito [:)]), daí Marina e Dilma e Serra e Plínio; assim, um contra o outro, o que é tu pensas, o que é que tu queres! Pronto, simples assim! Nota 0 pra Band, para não precisar dar ponto negativo!!!!! A emissora que tem a MAIOR TRADIÇÃO de debates no BRASIL está caindo de produção, e colocando o Boechat(o) pra fazer as honras da casa piora ainda. Melhor, vou dar 5 pra Band, pois o debate foi tão chato, tão chato, mas tão chato - a não ser nas horas que eu ria das atitudes do Boechat(o) - que deu pra ver o jogo - bem mais ou menos, como todo o futebol brasileiro - do Inter x SP - mas para os padrões atuais de nossa pelota, até que foi um jogão, comento o jogo no próximo texto! -.
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Com isso inicia-se, OFICIALMENTE, as eleições, e que vença o melhor - na verdade, vence quem seduz mais o povo, não necessariamente o mais preparado vide Fernando Collor de Mello!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

PARABÉNS AO SANTOS, CAMPEÃO NACIONAL!

O Santos é o campeão moral do futebol bonito, muito mais do que o belo futebol espanhol de posse de bola, passe preciso, lentidão, poucos gols, e vigor ofensivo.

O bom de ver no Santos é a sanha matadora, é a vontade de bataer, de bater, de bater, como um boxer que se assanha ao ver sangue, que vai pra cima mais e mais, afim de machucar, machucar e machucar, de fazer doer.

O Santos, do primeiro semestre, é um time que jogava para massacrar, que só se sentia em paz de espírito quando via o adversário totalmente batido na lona.

Mas ao contrário de um lutador de ringue, o que move, ou moveu, este time do Santos não foi a fúria sanguinária de um pugilista, o que move este time do Santos foi a alegria, pueril, de ver uma bola rolar num campo, de afundar-se no fundo da trama branca de uma rede, uma rede branca, que no lamaçal deste Barradão, esteve, mais do nunca, alvinegra.

HAIKAI FUTEBOLÍSTICOS

9. O centravante é
Quem acredita na bola
Não quem crê na sorte.

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5. O volante gira
Roda e marca e passa e briga:
Pedreiro da bola.

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1. Acrobata aéreo!
Goleiro, o baluarte último!
Glória em sua mão!


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depois escrevo mais, 1 haikai por cada 1 das
7 posições do futebol (1. goleiro, 2. lateral,
3. zagueiro, 5. volante, 7. ponta, 10. meia,
9. centro-avante) e eles vão publicados na ordem
que vão saindo!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

GERALDO ALCKMIn FOGE DE ENTREVISTA SOBRE O PCC

Retirado do blog do Paulo Henrique Amorim: Geraldo Alckmin foge do debate com entrevistadora britânica e não assume responsabilidade pelo que (não) fez nos 6 anos que governou São Paulo e pelos outros 6 em que foi o vice-governador.

o despreparo é tão grande que ele se aborrece e foge, rispidamente, da entrevista, veja no vídeo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=L4I70lwo2Gg&feature=player_embedded

domingo, 1 de agosto de 2010

JOBSON, O NOVO POSSESSO DO GLORIOSO FR

Em quatro minutos, nós, o botafoguense, fomos da indignação à euforia, à decepção e à euforia novamente. Em quatro minutos, nós estávamos de frente a um outro empate, à indignação de ver o time não ganhar de novo, mas desta vez sem jogar bem. Até que Jobson, que até então só esbarrara nos zagueiros e entrara em impedimento, puxa três, isso mesmo, três defensores, deixa a área totalmente vazia, balança, roda, gira, puxa, passa, encontra Edno sozinho para fuzilar num belíssimo voleio.

Foi um grito de gol engasgado, saído de fundo, que não saíu de uma bola parada, nem foi de cabeça, era o BOTAFOGO mostrando o seu novo recurso, que é o drible, que é a velocidade, que é a qualidade mágica do endiabrado Jobson ali na frente, que corre, que dribla, que não desanima, que chuta mal, mas chuta, que busca o gol.

Mal acabamos de gritar e passamos a mão na cabeça, desesperados, era o gol do Vitória. Provavelmente o time parece ter se aliviado tanto que marcou bobeira lá atrás, e deixou Renato, o mesmo do ano passado, que alguns jogo jogava bem e outros não fazia nada, e parece ter entrado com vontade, com raiva do time que o dispensou, enquanto acreditava que fizera por merecer continuar na equipe - eu, sinceramente, prefiro o novo Renato do time, o Cajá -, cruzar na cabeça do alto e bom atacante Júnior.

Decepcionado, angustiado, mal aguentava olhar para o jogo, acabei não vendo o passe (ou foi um chute para o gol?) do Marcelo Cordeiro, para o toquinho de qualidade, o "totó" de Jobson, de canhotinha, que pela primeira vez não entrava em impedimento, e fuzilava, com delicadeza, o viáfara. Foi uma euforia maior ainda, é a demonstração da "grande força de recuperação" que o time mostrou nos útlimos dois jogos contra o alviverde ítalo-brasileiro e o tricolor das laranjeiras, só que pela primeira vez não corríamos atrás do marcador, mas para voltar à frente. E com isto, com a 3º assistência que o Marcelo faz em 3 jogos (2 contra o alviverde ítalo-brasileiro, 0 contra o tricolor das laranjeiras e 1 agora, contra o rubro-negro baiano).

Quando parecia tudo pronto para acabarmos e ir embora, 49' do 2º tempo, Jobson encara novamente três zagueiros, trás para direita, puxa para esquerda e manda um petardo, e desta vez fuzila com violência Viáfara, pobre goleiro, ter que enfrentar o GLORIOSO que quer voltar a ser O GLORIOSO, com este endiabrado, este possesso Jobson, para rememorar do homem que "apenas" substituiu Pelé, Amarildo, e ajudou a Garrincha e a trazer a copa de Chile-62 para o BOTAF..., ôpa, para o Brasil! Fica difícil dizer que não fez chuver, porque caía um pé d'água em campo e ele driblando, e ele correndo, e ele enfernizando a defesa baiana.

Quanto a estreia do Mago, foi bem, principalmente porque estava visivelmente sem ritmo de jogo, mas o que mais o prejudicou foi a condição do campo, que impedia o desenvolvimento do seu futebol, principalmente onde mais joga, saindo do meio em direção à ponta-esquerda, mas ainda tem crédito, pois fez uma maravilhosa jogada pela ponta-direita e serviu direitinho Jobson, que na falta de um cacoete de matador - volta IMEDIATAMENTE, Loco Abreu - não conseguiu chegar na bola - ali ou o 9 deveria ir em direção ao companheiro, para imendar de primeira para o lado, na saída do goleiro, como o júnior fez nol primeiro tempo contra o BOTAFOGO, ou, o que na minha opinião era o melhor para esta situação, deveria dar dois passes para o lado, distanciando-se do marcador, e ficando livre para matar a bola e arremeter para o gol -.

O Edno fez as últimas três melhores partidas como as melhores de sua passagem até aqui pelo FOGÃO, marcando um belíssimo gol, e dando um toque de ponta esquerda para trás, que assim como na jogada anterior do primeiro tempo entre Mago-Jobson, faltou ao 9 e ao 7, o tresjeito de matador, para acompanhar a bola até o fim e finalizar.

Vale lembrar que novamente o BOTAFOGO só jogou bola quando Joel botou o time para frente, saindo do 3-5-2 para ir para o 4-(2-3)-1. Saindo Lúcio Flávio e Herrera (os dois, novamente, muito mal no jogo) para a entrada de Edno-11 e Caio-9, que deram mobilidade e vontade à frente, com Edno fazendo novamente o homem mais de área, com fez no último jogo, desta forma, o 11 está se tornando o reserva imediato de Loco Abreu.

O lado bom desta mudança que Joel está fazendo todos os jogos - mudando o time de 3-5-2 para 4-3-3 - e que SEMPRE surte efeito, foi que o nosso treinador não esperou ESTAR PERDENDO O JOGO PARA IR PARA CIMA. Com a linha de três homens do meio que atacam e com apenas um na frente de referência, o time passa a pressionar na frente, ganha mais força e deixa de levar sufoco. As única chances do rubro-negro baiano foi num escanteio, que Renato desperdiçou cabeciando com muita raiva para o chão, e lance do gol, num descuido coletivo do time, o que prova que defensividade não é 5 zagueiros e 5 volantes, mas disciplina, posicionamento, e posse de bola - se você tem a bola, logicamente não leva o gol -.

O time passou a jogar assim: 1º formação: 1. JEFFERSON; 8. FAHEL, 3. ANTÔNIO CARLOS, 4. FÁBIO FERREIRA; 2. ALESSANDRO, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO, 10. LÚCIO FLÁVIO, 7. MAICOSUEL; 9. JOBSON, 17. HERRERA.
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------8-----------3--------4---------
---------------------5---------------
2-------------10--------------------6
-----------------------7-------------
------17-------------------9---------

O time estava bem compactado e aberto, para escapar das poças de lama na intermediária, e permitindo a entrada do Mago pelo meio dentro da área, Lúcio Flávio jogou de segundo-volante, fez até alguns desarmes, mas esteve muito sumido, continuo acreditando no Renato Cajá-16 no lugar do Lúcio, deve jogar quem está melhor.


Aos 9' minutos do 2º tempo, Joel mudou e botou o time para dentro do time baiano, o crescimento foi de quase 100%. Assim, Fahel foi fazer o 2º volante, jogando mais à frente, na posição do 10, podendo chegar na boca da grande área para bater, e de onde recebeu uma bola açucarada, e não matou o goleiro viáfara por pura ruindade, pois estava sozinho, de frente e em leve diagonal, com a bola parada em sua frente, e com tempo de respirar e escolher o canto: conseguiu o mais difícil, pois para fora e QUEBROU A CÂMERA!
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----------3--------------4-----------
2-----------------------------------6
---------------------5---------------
------------8------------------------
--18-------------7----------------9--
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Foi então que Maicosuel cansou, faltou, realmente, ritmo de jogo para ele. Eu, sinceramente esperava que Joel trocasse seis por meia-dúzia, mas o velho Papai Natalino deixou o time um pouco mais defensivo, trocando um meia-atacante por um volante de marcação, Marcelo Matos-15, mudando o time para o 4-(3-2)-1. Finalmente o time fez os 3 gols - levou 1, mas, ao meu ver, foi mais pelo relaxamente natural de finalmente, depois de tantas rodadas, não estar atrás do placar -, só que foram dois de lançamentos longos para o Jobson, resolver pela esquerda, e o segundo de uma jogada do lateral, e isto significa que o time deixou de ter as jogadas de aproximação e criação. O meu medo é que esta vitória fassa o Joel preferir por este tipo de formação tática - 4-3-3 com o 3 volantes atrás - ao invés de uma formação mais veloz - o 4-3-3 com o meia-criativo em campo, que toca e se aproxima da área -. O time ficou assim:
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----------3--------------4-----------
2-----------------------------------6
------------------5------------------
------------8---------15-------------
--18------------------------------9--
-------------------11----------------

Infelizmente o Abreu volta, e digo infelizmente, porque, mesmo o time sendo dependente dele - se tivesse em campo PODERIA ter arrematado aqueles dois lances que descrevi do Mago e do Edno -, e num jogo como o de hoje, no qula a velocidade e a qualidade técnica dos nossos atacantes ficaram prejudicados por causa da lama e a jogada aérea é a melhor saída, digo infelizmente porque sei que o Jobson sai do time, pois o Joel não começaria com ele, e o Herrera tem o estadual à favor, todavia, neste campeonato brasileiro o Herrera tem 4 gols em 10 jogos (salvo engano ficou de fora só de 2 jogos, expulso contra o Goiás não enfrentou o Cruzeiro, e por 3 amarelos não enfrentou o Guarani). Jobson, por sua vez, em 5 partidas tem 3 gols e 1 assistência, além do fato de ter se tornado titular nos últimos 3 jogos, isto é, como titular o Possesso fez as suas estatísticas. Fico eu na torcida do 4-(2-3)-1 com uma linha de 3 formada por JOBSON-MAGO-HERRERA e o LOCO ABREU fixo na área, que, como disse na última vez, tem tudo para ser uma das melhores do Brasil, quiçá, A melhor!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MEUS ESQUEMAS TÁTICOS E VARIAÇÕES PARA O BOTAFOGO

ESCALAÇÃO TÁTICA NORMAL:
1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA, 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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4-(2-3)-1: Com apenas 1 homem fixo de área, atacando no 4-3-3, com os dois pontas recuando para congestionar e fechar os espaços do meio de campo, cobrindo e marcando os laterais. Maicosuel pode tanto trocar de posição com Herrera na ponta-esquerda, puxando o argentino para o centro, desestabilizando os sistemas de marcação dos adversários, ou avançando com a bola, para fazer a tabela com o Loco ABreu que faz ótimo pivô.

Minha única dúvida seria, na ausência de um lateral direito de ofício, Túlio Souza ou Somália naquela posição. Somália já jogou e foi (muito) bem neste setor, e Túlio Souza teve a sua melhor temporada (2007) pelo Curitiba jogando por ali. Inclusive Joel já testou a formação com Túlio souza na lateral direita e Somália de 2º volante, jogando os dois no time reserva. Porém, só foram testados em jogo de verdade como alas, fica difícil saber como se sairiam num esquema com só 2 zagueiros.

Eu gosto de líberos, Leandro Guerreiro faria o líbero no meu time, cobrindo os avanços de Marcelo Cordeiro pela esquerda, que teria mais liberdade de apoiar o ataque do que o seu companheiro de lateral direita. Pela direita o apoio seria feito mais com a aproximação do 2º volante (Túlio ou Somália).

A linha de 3 meia-atacantes, com Jobson-Mago-Herrera é, possivelmente, a MELHOR DO BRASIL, quem sabe pode ser superior até à linha de Robinho-Ganso-Neymar, principalmente com a iminente saída do 7 santista (só para citar, o do Inter me agrada deveras: Sóbis-D'Alessandro-Taison).

O último homem de frente é o nosso grande diferencial, sem a velocidade de um André, ou o chute mais forte de Washington, ou o giro rápido de Fred e Kléber, Loco Abreu possui uma capacidade aérea fenomenal, além de ótimo tempo de bola e boa finalização. Com esse tempo de bola e capacidade aérea, chegou perto da artilharia do carioca-10, aplicando, inclusive 2 hat-tricks (um apenas com a cabeça e outro com os pés); além de algumas assistências. Muito parecido com o Klose, da Alemanha: é o cara que realmente assusta, não tem um futebol vistoso ou bonito, mas é necessário que se fique sempre um jogador em sua cola, abrindo buracos na grande área para a entrada dos companheiros de ataque mais rápidos que vêm de trás.

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ESCALAÇÃO TÁTICA CONTRA UMA DEFESA BAIXA:
1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA, 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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3-4-3: Aproveitando-se do fato de uma defesa mais baixa, e sabendo que a melhor arma do BOTAFOGO, não só, mas principalmente, por causa do Abreu, é a jogada áerea. Nesta situação, eu não trocaria os jogadores, só a arrumação deles no campo.

Primeiro seria o recúo de Leandro Guerreiro para a linha de defensores, para dar mais liberdade ao lateral direito. Depois seria fixar a posição do 2º volante, uma outra possibilidade seria a mudança para um volante de maior poder de marcação: Marcelo Matos. Por fim, a centralização de Herrera, transformando o Mago em um ponta-esquerda. Herrera teria que voltar mais para o meio, buscando a bola e trazendo-a dominada.

o defeito deste esquema é a demasiada postura pelos flancos, diminuindo as jogadas pelo meio, deixando o time muito à mercê da jogada áerea. Justamente como jogamos hoje.

A grande mudança em relação ao que Joel já faz no time atualmente (no 2º tempo), além das óbvias mudanças nos nomes dos jogadores, é a intercambiedade dos esquemas táticos. Com uma única ordem do técnico, o time volta imediatamente ao 4-3-3, Herrera voltaria à ponta-esquerda, o 2º volante volta a apoiar, o lateral direito volta a ficar mais fixo, e Maicosuel volta para o meio. O esquema original é mais "equilibrado" e mais "ofensivo", pois permite mais possibilidades de ataque do que a bola alçada na área.

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ESCALAÇÃO TÁTICA CONTRA DEFESA LENTA:
1. JEFFERSON; 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 15. MARCELO MATOS, 9. CAIO; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU (11. EDNO), 17. HERRERA

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4-(3-2)-1: Contra uma defesa mais lenta, trocaria o lateral direito por Caio (9) e o segundo volante por um volante de maior poder defensivo (Marcelo Matos, 15). Recuando Leandro Guerreiro para a linha de zaga. Caio jogaria como um meia-ala pela direita, indo e voltando.

Desta forma a defesa adversária ficaria à mercê de quatro velocistas (Mago, Caio, Jobson e Herrera), com a possibilidade da troca de Loco Abreu por Edno, assim Herrera ficaria mais centralizado, e o Edno jogaria bem aberto pela esquerda. O time ficaria muitíssimo veloz, mas verificar-se-ia o maior defeito do time nas rodadas próximas à copa do mundo: a ausência de homem referência de área, e de um finalizador nato, e o esquetre alvinegro ficaria novamente criando muitas situações de gol, mas falhando no momento "H" - quando não se precisa tanto de qualidade técnica, mas de "instinto de matador".


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ESCALAÇÃO TÁTICA PERDENDO O JOGO:
1. JEFFERSON; 3. DANNY MORAES, 4. FÁBIO FERREIRA, 5. LEANDRO GUERREIRO, 6. MARCELO CORDEIRO; 7. MAICOSUEL, 16. RENATO, 9. CAIO; 10. JOBSON, 13. LOCO ABREU, 17. HERRERA

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3-5-2: Perdendo o jogo, no momento de desespero, bota-se o time todo para frente: Recuava Leandro Guerreiro para a linha de zaga, liberava Marcelo Cordeiro para jogar de ala, trocava o ala-direito por Caio. O jogador mais defensivo do meio-campo do time seria o meia-armador Renato.

Centralizando-se Herrera, recuando um pouco Jobson, para vir de trás com a bola pela direita, assim como o Mago pela esquerda.


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ESCALAÇÃO TÁTICA COM -1:

1. JEFFERSON; 2. TÚLIO SOUZA?, 3. DANNY MORAES?, 4. FÁBIO FERREIRA?, 5. LEANDRO GUERREIRO?, 6. MARCELO CORDEIRO?; 7. MAICOSUEL, 8. SOMÁLIA, 10. JOBSON; 13. LOCO ABREU

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4-(2-2)-1: Se a perda do jogador for da dum homem de frente, ajeita-se o time só no reposicionamento dos atletas, no máximo recompondo o devido setor, deixando o Loco Abreu isolado na frente, para segurar a bola e fazer o pivô.

Se a perda for da de um homem de trás (o que é mais comum de acontecer), teria que sacrificar um dos atacantes, e o escolhido seria, infelizmente, Herrera, que na minha humilde opinião é o menos decisivo dos 4 homens de frente (Mago, Jobson, Loco e Herrera).